segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Tudo que eu tenho...


...então o que deverá ser feito numa hora como essas?

Seria certo enxugar todas as tuas lágrimas antes que pudessem tocar o chão?
Ou deveria deixá-las rolar junto com o teu pranto levando com elas as tuas angústias?
Não sei como me portar então num momento como esses. É engraçado como tudo se repete, de formas diferentes, mas se repetem.

A perda é algo irreparável.
Nos traz momentos felizes de volta como numa catarse... e junto com estes, o medo e o desespero de nunca mais poder fazer tudo o que nos dava prazer novamente.
Tudo parece vazio, estúpido e sem graça.
As pessoas lá fora nunca entenderão o que aconteceu.


São frias se não choraram ou se desesperaram quando foi a sua vez...
São imaturas se até hoje lembram disso como se fosse o fim de sua própria vida...
São loucas se fingem esquecer e sorriem.
São insensatas se encaram de frente e tentam seguir sua sina.

Mas... são pessoas. Que sentem...
...dor, angústia e medo.
...alegria, euforia e prazer.



Chorar, sentir, sofrer... não posso evitar que isso aconteça minha amiga.
É como se eu quisesse tirar o que eu não tenho de mim... e te dar!

"Força para continuar, é o que nos unirá."

Um comentário:

João Paulo disse...

B-]

mudei o endereço do meu blog.

oamargodalingua.blogspot.com

:)